Desigualdade em saúde, sabe oque é?
By Marcela Rubia - dezembro 14, 2021
Pessoal,
Com a pandemia COVID-19 a atenção para as profundas disparidades que persistem entre os países e mesmo dentro de cada um deles, veio a tona.
Para a OMS, é fundamental “garantir o acesso equitativo a serviços de saúde de qualidade, bem como nos envolver com outros setores para abordar os determinantes sociais e ambientais da saúde”.
Mas sabemos que essa desigualdade envolve muitos setores da sociedade e não apenas a saúde.
Quase 3 bilhões de pessoas em todo o mundo em desenvolvimento não têm acesso à água limpa.
No Brasil, um dos países mais desiguais do mundo, o coronavírus já está atingindo duramente os mais pobres. Metade da população vive com uma renda média de cerca de R$ 400 e em condições precárias de moradia, sem saneamento básico como esgoto e água potável. Nosso Sistema único de Saúde, o SUS, atende mais de 190 milhões de pessoas, sendo que 80% delas dependem exclusivamente dele para qualquer atendimento de saúde.
A pandemia de coronavírus atinge a todos, mas recai mais fortemente sobre as pessoas mais pobres. Para além de falta de acesso a serviços públicos de saúde, prevenir a doença é um desafio. Por isso, a relação do coronavírus e desigualdade na saúde são evidentes em todos os cantos.
Para uma grande parcela da população que vive da informalidade, isolamento social é igual a menos comida na mesa, porque se não trabalham não têm renda. Segundo dados do IBGE/PINAD, cerca de 40% dos trabalhadores brasileiros são informais, ou seja, nesse período de crise não contam com nenhum tipo de seguridade social.
Mas sabemos que essa desigualdade envolve muitos setores da sociedade e não apenas a saúde.
Quase 3 bilhões de pessoas em todo o mundo em desenvolvimento não têm acesso à água limpa.
No Brasil, um dos países mais desiguais do mundo, o coronavírus já está atingindo duramente os mais pobres. Metade da população vive com uma renda média de cerca de R$ 400 e em condições precárias de moradia, sem saneamento básico como esgoto e água potável. Nosso Sistema único de Saúde, o SUS, atende mais de 190 milhões de pessoas, sendo que 80% delas dependem exclusivamente dele para qualquer atendimento de saúde.
A pandemia de coronavírus atinge a todos, mas recai mais fortemente sobre as pessoas mais pobres. Para além de falta de acesso a serviços públicos de saúde, prevenir a doença é um desafio. Por isso, a relação do coronavírus e desigualdade na saúde são evidentes em todos os cantos.
Para uma grande parcela da população que vive da informalidade, isolamento social é igual a menos comida na mesa, porque se não trabalham não têm renda. Segundo dados do IBGE/PINAD, cerca de 40% dos trabalhadores brasileiros são informais, ou seja, nesse período de crise não contam com nenhum tipo de seguridade social.
Sendo assim, uma das principais soluções, seria os países mais ricos do mundo financiarem os recursos necessários para que os 85 países mais pobres, onde vive hoje metade da população global, possam reforçar seus sistemas de saúde e assim evitar a morte de milhões de pessoas pela pandemia de coronavírus.
Além disso, garantir uma renda básica é fundamental para ajudar as pessoas mais pobres a enfrentar a crise econômica que virá com as restrições impostas pela pandemia.
Além disso, garantir uma renda básica é fundamental para ajudar as pessoas mais pobres a enfrentar a crise econômica que virá com as restrições impostas pela pandemia.
Deixo uma reflexão oque cada um de vocês estão fazendo para mudar o cenário atual?


0 Comments