Por qual motivo não usar o medicamento hidroxicloroquina e cloroquina?
By Marcela Rubia - maio 17, 2020
Pessoal,
Acho que já falamos anteriormente sobre a auto medicação e os risco e sempre que falo sobre qualquer produto por aqui com vocês eu sempre oriento a procurar um profissional de saúde qualificado para te orientar e verificar seu diagnostico e os cuidados que serão benéficos, incluindo os medicamentos indicados.
Cada molécula é estuda para um determinado fim, e acredito que não é uma pessoa desprepara ate mesmo para realizar pesquisar cientificas venha dizer quem deve ou não fazer uso de alguma medicação.
E alem disso cada organismo reage de uma forma para cada esquema terapêutico.
As pesquisas cientificas são feitas em varias etapas e tem vários critérios, a Covid-19 é uma doença viral que esta sendo estudada e que ate momento não existe um medicamento especifico, estão sendo feitos testes e mais testes e que inicialmente com animais e depois com humanos, e mesmo assim são feito em uma escala reduzida e que quando a população tiver acesso ao uso da medicação vai diferenciar os efeitos devido ao organismos serem distintos.
Como a maioria sabe sou especialista em cardiologia , acredito que todo efeito colateral deve ser avaliado, segue algumas informações:
De acordo com os resultados dos dois maiores estudos já realizados com a cloroquina para o tratamento do coronavírus, o medicamento não trouxe benefícios práticos, como a redução na letalidade ou no tempo de internação. Outro problema são os efeitos colaterais, como a arritmia cardíaca, que levaram a Associação Médica Americana a emitir um comunicado pedindo que o uso da cloroquina fosse limitado a estudos clínicos e dentro de hospitais sob rigoroso controle.
Conforme publicado no Journal of the American Medical Association (JAMA), uma dessas pesquisas analisou dados de 1.438 pacientes infectados pelo coronavírus entre 15 de março e 24 de abril em hospitais de Nova York. O objetivo era saber se havia diferença na taxa de mortalidade entre quatro grupos: os que foram tratados apenas com a hidroxicloroquina (derivado da cloroquina com menor toxicidade); os que receberam o medicamento associada à azitromicina (um antibiótico); os que tomaram apenas a azitromicina; e os que não receberam nenhum medicamento. A conclusão deste estudo é que não houve diferença significativa entre a taxa de letalidade observada entre os quatro grupos.
O outro estudo foi publicado no New England Journal of Medicine (NEJM). Realizado com 1.376 pacientes americanos infectados pelo coronavírus, foi observado o resultado de tratamentos com e sem hidroxicloroquina. Assim, 811 pacientes foram medicados por cerca de cinco dias com a hidroxicloroquina e 565 pacientes não receberam o remédio. A pesquisa foi concluída em 25 de abril, quando os autores indicaram que pacientes com e sem o tratamento apresentavam o mesmo risco de morrer.
Apesar disso, ambos os estudos usaram uma metodologia limitada, sem um controle de classificação dos grupos, sendo necessárias pesquisas complementares para confirmar os resultados. Levantamentos deste tipo estão em andamento em diversos países. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), ainda não existe nenhum tratamento comprovado contra o coronavírus.
Conforme publicado no Journal of the American Medical Association (JAMA), uma dessas pesquisas analisou dados de 1.438 pacientes infectados pelo coronavírus entre 15 de março e 24 de abril em hospitais de Nova York. O objetivo era saber se havia diferença na taxa de mortalidade entre quatro grupos: os que foram tratados apenas com a hidroxicloroquina (derivado da cloroquina com menor toxicidade); os que receberam o medicamento associada à azitromicina (um antibiótico); os que tomaram apenas a azitromicina; e os que não receberam nenhum medicamento. A conclusão deste estudo é que não houve diferença significativa entre a taxa de letalidade observada entre os quatro grupos.
O outro estudo foi publicado no New England Journal of Medicine (NEJM). Realizado com 1.376 pacientes americanos infectados pelo coronavírus, foi observado o resultado de tratamentos com e sem hidroxicloroquina. Assim, 811 pacientes foram medicados por cerca de cinco dias com a hidroxicloroquina e 565 pacientes não receberam o remédio. A pesquisa foi concluída em 25 de abril, quando os autores indicaram que pacientes com e sem o tratamento apresentavam o mesmo risco de morrer.
Apesar disso, ambos os estudos usaram uma metodologia limitada, sem um controle de classificação dos grupos, sendo necessárias pesquisas complementares para confirmar os resultados. Levantamentos deste tipo estão em andamento em diversos países. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), ainda não existe nenhum tratamento comprovado contra o coronavírus.
Devemos então continuar nos cuidando, usando mascara, fazendo nosso distanciamento social e usando Álcool gel.Lave-as Mãos.
Enfermeira: MARCELA RUBIA
COREN-SP : 332039

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